Conheça Campinas
O primeiro nome de Campinas foi Campinas de Mato Grosso, devido à floresta densa e inexplorada que caracterizava a região. Era passagem obrigatória das Missões dos Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.
Campinas foi criada em 1774 e a economia de sua região era baseada no plantio da cana e na produção do açúcar. A economia regional passou por diversas transformações em sua estrutura produtiva desde que se inseriu no mercado, no início do século XIX.
Conhecida como a “Capital do Interior”, Campinas está no centro da região que mais se beneficiou do processo de interiorização do desenvolvimento no Estado de São Paulo, que ocorreu a partir da década de 1960. O município de Campinas é formado pela cidade de Campinas e por quatro distritos: Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo e Nova Aparecida. A cidade apresenta uma região metropolitana de 19 municípios totalizando mais de 2.633.523 habitantes, segundo o IBGE de 2007.
Atualmente Campinas é um pólo de espaço metropolitano dotado de estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em seu território. Representa 3% do PIB brasileiro, e é considerada a 5(quinta) cidade brasileira com melhor infra-estrutura e 11 (décima primeira) cidade mais rica do Brasil.
Com apenas, 236 anos, a Cidade das Andorinhas pretende crescer ainda mais.
Acessos
▪ Estrada Estadual Campinas- Paulínia
Rodovia General Milton Tavares de Lima Paulínia, Cosmópolis, Artur Nogueira
▪ SP 340 - Rodovia Dr. Ademar Pereira de Barros (Campinas-Mogi Mirim) (Km 114)
Ao norte: Jaguariúna, Holambra, Santo Antônio de Posse, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Estiva Gerbi, Aguaí, Casa Branca, Mococa e Sul de Minas.
Renovias - 0800-559-696
▪ SP 75 - Rodovia Santos Dumont (Km 77)
Aeroporto de Viracopos, Indaiatuba, Salto, Itu, Sorocaba
Colinas - 0800-7035080
▪ Aeroporto de Viracopos
Rodovia Santos Dumont, Km 2,8- Vila Aeroporto
Fone: (19) 3725-5000 - www.infraero.gov.br
▪ Anel Viário Magalhães Teixeira (Campinas-Valinhos)
Ligação entre as Rodovias Anhanguera Km 86 com Dom Pedro I Km 128 (Campinas- Valinhos) Dersa - 0800-555-510
▪ SP 348 - Rodovia dos Bandeirantes (Km 88)
Ao norte: Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa, Cordeirópolis, Limeira, Santa Bárbara D'Oeste e Rodovia Anhanguera
Ao sul: Valinhos, Itupeva, Jundiaí, Cajamar, Franco da Rocha, Caieiras, São Paulo.
Autoban - 0800-555-550
▪ SP 330 - Rodovia Anhanguera (Km 92, 95, 98 e 103)
Ao norte: Sumaré, Nova Odessa, Americana, Limeira, Ribeirão Preto e Triângulo Mineiro.
Ao sul: Valinhos, Vinhedo, Louveira, Jundiaí, Cajamar, Osasco, São Paulo.
Autoban - 0800-555-550
▪ SP 65 - Rodovia Dom Pedro I (Km 132, 135 e 139)
Valinhos, Itatiba, Jarinú, Atibaia, Rodovia Fernão Dias, Bom Jesus dos Perdões, Nazaré Paulista, Igaratá, Jacareí, Rodovia Dutra, Rodovia Carvalho Pinto, Rodovia Tamoios (Litoral Norte)
Dersa - 0800-555-510
▪ Campo de Aviação dos Amarais (Aeroclube)
Av. dos Amarais, s/n- Jd. Santa Mônica
Fones:(19) 3246-3220 - 3246-3109 - 3246-3140
www.aeroclubedecampinas.com.br
▪ SP 101- Rodovia Francisco Aguirre Proença (Campinas- Monte Mor)
Hortolândia e Monte Mor
▪ Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo
Rua Dr. Pereira Lima, s/n°
CEP: 13035-505
Bairro: Vila Industrial
Fone: (19) 3731-2930
http://www.socicam.com.br
Janelas da Cidade
Do alto da Torre do Castelo, nós podemos conhecer e compreender Campinas de maneira mais profunda. A partir de suas suas seis janelas, avista-se a história da cidade, que tem a Sanasa como empresa municipal de saneamento. Criada em 1974, é responsável pelo abastecimento de 98% da população de Campinas com água tratada e 88% de coleta de esgoto.
Dentre seu complexo de reservatórios elevados de água, a Torre do Castelo. Com altura de 27 metros e capacidade para 250 mil litros de água, projetada em 1938 e inaugurada em 1940, se destaca tanto por sua localização como pela arquitetura singular, e já se tornou um símbolo da cidade de Campinas. Esse reservatório, instalado na rotatória do final do prolongamento da Avenida Andrade Neves, quando em construção, visava o abastecimento do futuro loteamento do Jardim Chapadão e adjacências, conforme recomendado no plano viário da cidade, concebido pelo engenheiro e urbanista Francisco Prestes Maia.
Em 1991, o prédio recebeu novas alterações para a instalação do Museu Histórico da Sanasa. Já em 1998, o edifício e a praça passaram por uma grande restauração para devolver as características do início da década de 40. Do alto da Torre do Castelo temos a oportunidade de conhecer e "mergulhar" na diversidade e aprender com a imensa riqueza cultural e histórica de Campinas.
A Sanasa, no ano de 2005, em parceria com o Departamento Municipal de Turismo, dentro do projeto turístico “Conheça Campinas”, abre as janelas da Torre à população, como um marco de turismo e lazer na cidade.
A Visão Leste/Nordeste
As tradições de Campinas
A partir da malha central, a cidade se expandiu pelas regiões norte, leste e sul, originando-se, nas últimas décadas do século 19, os primeiros bairros nos arrabaldes da cidade. Na região leste, formou-se o Cambuí, o Frontão e o Taquaral. Através da "janela" Leste, podemos identificar o Cambuí e o Taquaral; e, aos fundos, os distritos de Sousas e Joaquim Egídio, que também se originaram no século 19 e que ainda se caracterizam pelas tradições, por edificações urbanas e rurais do período cafeeiro e pelas paisagens naturais integradas à Área de Proteção Ambiental (APA) da cidade. Estes bairros se formaram no período cafeeiro impulsionados pelo complexo do café e pela passagem dos trilhos da Companhia Férrea Campineira, reunindo, em seu interior, várias chácaras, estábulos e unidades de abastecimento necessários à cidade em crescimento. Com o passar das décadas (entre os anos 30 e 60), a região deu lugar, ainda, a uma nova área de urbanização (entre o Taquaral e o Cambuí) composta pelos Jardins Bela Vista, lamboyant e Boa Esperança, Chácara da Barra, Parque Brasília, ou ainda, por bairros orientados pela Rodovia Heitor Penteado (em direção aos Distritos de Sousas e Joaquim Egídio) onde se encontra o Parque Ecológico.
A Visão Norte/Nordeste
Uma malha consolidada
Para além da "janela" Norte/Nordeste, os prédios nos impedem de ver uma malha urbana consolidada originada do bairro do Taquaral. Na trajetória de formação desta região, a urbanização seguiu os trilhos das Companhias Mogiana e Funilense e fez nascer, no final do século 19, os bairros do Guanabara, Bonfim e Botafogo, ou ainda, o núcleo de Barão Geraldo (hoje distrito) em território mais distante. Com as transformações trazidas pela crise cafeeira, a antiga Fazenda Chapadão deu lugar a novos loteamentos que, entre as décadas de 30 e 50, originaram os bairros do Chapadão (onde se encontra a "Torre do Castelo"), os Jardins Guanabara, Nossa Senhora Auxiliadora, IV Centenário e Brasil, Vila Nova, Santa Cruz, entre outros. Com a implantação da Unicamp na década de 1960 e da PUC-Campinas (Campus I) nos anos 1980, a região ganhou ainda maior potencial de desenvolvimento, passando a contar os distritos de Barão Geraldo.
A Visão Sudoeste/Sul
O mais intenso crescimento
Para além da "janela" Norte/Nordeste, os prédios nos impedem de ver uma malha urbana consolidada originada do bairro do Taquaral. Na trajetória de formação desta região, a urbanização seguiu os trilhos das Companhias Mogiana e Funilense e fez nascer, no final do século 19, os bairros do Guanabara, Bonfim e Botafogo, ou ainda, o núcleo de Barão Geraldo (hoje distrito) em território mais distante. Com as transformações trazidas pela crise cafeeira, a antiga Fazenda Chapadão deu lugar a novos loteamentos que, entre as décadas de 30 e 50, originaram os bairros do Chapadão (onde se encontra a "Torre do Castelo"), os Jardins Guanabara, Nossa Senhora Auxiliadora, IV Centenário e Brasil, Vila Nova, Santa Cruz, entre outros. Com a implantação da Unicamp na década de 1960 e da PUC-Campinas (Campus I) nos anos 1980, a região ganhou ainda maior potencial de desenvolvimento, passando a contar os distritos de Barão Geraldo.
A Visão Sul/Sudeste
Um centro verticalizado
Através da "janela" Sul/Sudeste nós podemos enxergar o "centro velho" de Campinas, área em que nasceu a cidade. É um território tomado por prédios e se constitui na área mais verticalizada da cidade. Os marcos mais antigos da malha urbana estão nesta região (entre as avenidas Moraes Sales, Andrade Neves e Barão de Itapura e a rua Coronel Quirino), reunindo em seu interior pistas do centenário pouso "das Campinas Velhas" (nas imediações do Estádio do Guarani) e do "bairro de Santa Cruz" (no largo do mesmo nome) nas margens da "Estrada dos Goiases"; os primeiros arruamentos da Freguesia (1774) e depois da Vila de São Carlos (1797) nas proximidades da Praça Bento Quirino ("marco zero" da Vila); ou ainda, o conjunto de ruas e edificações formado no século 19 entre a Catedral Metropolitana e a atual Estação Cultura (antiga Estação da Paulista e depois Fepasa). O adensamento e a verticalização da malha central se intensificaram na década de 1950 com a procura de terrenos mais valorizados e com melhor infra-estrutura urbana. Seguiram-se demolições que descaracterizaram a área. Hoje, a região central ainda concentra as principais atividades de comércio, serviços de alto valor agregado e equipamentos públicos, preservando seu papel de centro econômico, institucional e de serviços de Campinas.
A Visão Oeste/Sudoeste
Uma região em formação
Da "janela" oeste/sudoeste podemos observar uma malha urbana que ainda se encontra em formação, localizada entre as rodovias dos Bandeirantes e Anhangüera. Remanescente de uma região de antigas orlarias, pastagem e agricultura, esta porção da cidade já abriga os bairros do Campo Grande e Itajaí, configurando-se rapidamente uma nova região de moradia e serviços na porção oeste do município. A região sudoeste, por sua vez, é a que concentra os maiores índices de ocupação e crescimento urbano, estendendo-se os bairros para além da rodovias Bandeirantes e Santos Dumont.
A Visão Noroeste/Oeste
Uma nova cidade em formação
Ao deslizarmos os nossos olhos para a próxima "janela" voltada para a direção oeste de Campinas, podemos avistar na paisagem uma malha urbana que, na verdade, carrega as marcas de uma nova cidade em formação. A região noroeste/oeste constitui-se no desdobramento de um outro processo de expansão urbana, iniciado na década de 1940 a partir da região sul da cidade. Foi com a instalação de um novo parque produtivo composto por fábricas, agroindústrias e estabelecimentos nas proximidades das grandes rodovias Anhangüera (1948) e Bandeirantes (1979), o que estimulou a formação de um novo pólo de desenvolvimento econômico na região oeste de Campinas. Esta área passou a receber inúmeros habitantes que migravam para Campinas atraídos por uma maior diversificação produtiva. Os novos bairros, originalmente formados sem auxílio de infra-estrutura,conquistaram maior urbanização entre as décadas de 1950 a 1990. A região noroeste propriamente dita foi formada entre as décadas de 1960 a 90, e hoje apresenta os bairros de Nova Aparecida e Padre Anchieta como destaques.
FONTE: Prefeitura Municipal de Campinas/ tempo agora
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